Conto Erótico: Me aventurei com um plug anal na esposa do meu primo

Sou um homem solteiro, de 29 anos, que nunca comeu um cu. Eu sempre tive vontade, na verdade, mas nunca tive essa chance.

Tive várias namoradas, ficantes e casos de um dia só, mas sempre que eu falava na possibilidade de fazer sexo anal eu era dispensado.

Já tentei insistir, tentar enfiar um dedo e mostrar que não é tão ruim quanto elas imaginavam, mas nunca tive sucesso nessa missão. Mas a minha sorte começou a mudar quando eu conheci Stéfani, a esposa de Thiago, meu primo por parte de pai.

Nunca nem passou pela minha cabeça que um dia eu iria comer a mulher do meu primo, mas aconteceu e eu não me arrependo nem um pouco de ter experimentado.

Não fui eu quem foi atrás, afinal, como eu já falei, quem me procurou foi ela.

Na verdade, tudo aconteceu quando estávamos na casa deles e começamos a beber demais.

Eu e meu primo, que crescemos juntos, sempre brincávamos de verdade ou desafio. Atordoados com o álcool, decidimos repetir.

Pegamos uma das muitas garrafas de cerveja que tínhamos tomado, daquelas "long neck", verdes, colocamos no meio de uma rodinha entre nós três e começamos a jogar.

Nisso, Stéfani estava ao meu lado direito, com um decote em V que quase chegava no umbigo. Ela tinha seios fartos que quase não cabiam em sua blusa.

Em um certo momento, juro que até vi o seu mamilo escapando.

Como ninguém percebeu, não era eu quem iria avisar, certo? Além do mais, eu já estava excitado com a situação e precisei esconder que estava com o pau duro.

Eu girei a garrafa pela primeira vez e caiu com a boca no meu primo e o fundo na sua esposa. Ele perguntou se ela queria verdade ou desafio e ela escolheu desafio.

Ele a desafiou a mostrar um dos seios e eu nem pude acreditar que ele permitiu que isso acontecesse ao meu lado. Ela mostrou e eu, em respeito, abaixei a cabeça.

Mas meu primo disse: pode olhar, Fernando, não tem problema, olha só que gostosa é a minha esposa. Olhei e, enquanto ela mostrava, percebi que ela me olhava no fundo dos olhos, como se quisesse alguma coisa. Pronto, meu pau ficou duro de novo.

Era a vez da Stéfani girar a garrafa. Mas antes, tomamos mais um shot de tequila para esquentar ainda mais. E deu certo. Stéfani estava de saia curta, preta, com uma blusa estilo "body" rosa claro, aquele com decote em "V".

Ela mudou a posição que estava sentada no chão para de pernas cruzadas, estilo "índio". Não pude reparar que o body estava semi-aberto e com a buceta quase que aparecendo. Nisso, já vi que meu pau não ia relaxar tão cedo.

Ela girou a garrafa, que apontou para mim com o fundo e com a boca virada para ela. Ou seja, ela tinha que perguntar se eu queria verdade ou desafio.

Estava com medo do que pudesse vir em um desafio, então escolhi pergunta. Ela me perguntou se eu gostava de fazer sexo anal. Fiquei com vergonha de dizer que nunca havia acontecido, então disse que sim.

Na hora, ela olhou para o meu primo e deu um sorrisinho. Não entendi o porquê isso aconteceu, mas achei estranho e logo perdi a excitação, achei que tinham entendido a minha mentira e iam tirar sarro de mim.

Girei a garrafa de novo e caiu com a boca no meu primo e o fundo em Stéfani mais uma vez. Mais uma vez, ela escolheu desafio.

Eu não sabia que Stéfani era tão abusada assim, mas confesso que gostei de ver o seio dela, o mamilo e um pouco da sua xoxota. Foi quando meu primo me surpreendeu ainda mais e a desafiou a abrir as pernas na minha frente e desabotoar o body.

Fiquei vermelho de vergonha e, em poucos segundos, todo o meu sangue foi para o meu pau e eu fiquei mais duro do que nunca. Ela se levantou, sentou de costas para o meu primo e abriu as pernas.

Antes que ela abrisse as pernas, ele abraçou ela por trás e ficou acariciando os seus seios. Nisso, ela se abriu e desabotoou o body.

Vi a sua buceta depilada toda molhada e não estava acreditando no que estava acontecendo.

Meu primo perguntei se eu gostei e, ainda tímido, falei: "Pô, cara, é sua esposa, mas sim, gostei vocês estão de parabéns. Vamos continuar a brincadeira?".

Ele respondeu dizendo que podíamos sim continuar, mas que agora, sem girar a garrafa, queria me fazer um desafio. "Te desafio a chupar a buceta da Stéfani".

Mais uma vez, corei e meu pau já não estava mais cabendo dentro das minhas calças.

Ele insistiu.

"Fernando, não tem problema, eu quero ver você fazendo isso. Chupa ela".

Nisso, ela abriu ainda mais as pernas e enfiou os dedos, pedindo para eu ir.

Me movimentei para frente, engatinhei alguns passos e meti a boca na xoxota dela. Foi rápido, pois ainda estava receoso, e parei quando ela começou a gemer.

"Cara, pode continuar".

Como já estava no meu nível máximo de excitação, continuei chupando. O meu primo levantou, falou que já voltava e que era para eu continuar.

Estávamos curtindo muito aquele momento a dois, mas com um pouco de preocupação pelo que meu primo poderia fazer.

- Sempre imaginei você me chupando, Fer, não acredito que isso está acontecendo.

Não consegui responder, pois não queria parar de chupar aquela buceta gostosa. Até que ela perguntou se eu queria conhecer o cu dela. Parei no mesmo instante e disse que sim, se meu primo não se importasse.

Ela me respondeu dizendo que ele adoraria.

Meu primo voltou do quarto com um objeto cor de rosa com uma pedra no seu topo.

Perguntei o que era isso, enquanto sofria para levantar com o meu pau prendendo no zíper da calça.

Ele disse que era um plug anal e que ele queria muito ver eu testando com a esposa dele.

Stéfani logo ficou de quatro no sofá e pediu para eu ir para cima.

Meu primo sentou em sua poltrona que ficava no canto da sala, abaixou as calças e começou a bater punheta.

Pediu para eu usar o plug anal e depois comer a mulher dele.

Por alguns instantes, achei que estava delirando de tanta bebida, mas isso realmente aconteceu.

Ela estava lá, nua, com o cu virado para mim e eu apenas me entreguei.

Tirei toda a minha roupa e fui para cima. Antes, quis deixar ela mais relaxada e lambi o cu dela enquanto apertava seus mamilos. Senti que ela estava com a buceta molhada e com o ânus já bem lubrificado.

Peguei o plug anal e, gentilmente, fui enfiando enquanto ela gemia dizendo para eu não parar. Inseri o plug no cu dela e fui girando lentamente enquanto entrava.

Meu primo já estava louco de tesão e ficava me dando instruções de como usar o plug anal, pedindo pra eu enfiar mais. Comecei a fazer movimentos de tirar e colocar, tirar e colocar, e eu quase pensei que eu poderia gozar ali mesmo, sem nem ter enfiado o meu pau ainda.

Ficamos naquele movimento repetidamente com o plug anal enquanto ela gemia sem parar, sem poupar os vizinhos que poderiam reclamar para o condomínio na manhã seguinte.

Mudamos de posição. Ela sentou no sofá e ergueu as pernas e disse que eu já poderia enfiar meu pau no cu dela.

Nem acreditei que esse momento finalmente iria acontecer. Mas, antes, decidi enfiar um pouco na buceta dela enquanto o plug anal ficava parado no cu dela. Nunca vi uma mulher sentir tanto prazer, nem mesmo a torcida que estava atrás, no caso, meu primo.

Chegou a hora. Tirei meu pau quase pingando de tão molhado da buceta dela e enfiei no cu de Stéfani.

Eu estava em êxtase e finalmente estar fazendo sexo anal com alguém, ainda sem acreditar que era da esposa do meu primo. Ela disse para eu entrar forte, que eu não precisava ter medo. Parecia um sonho.

Soquei meu pau no cu dela por vários minutos enquanto ela se masturbava e pedia para meter com mais força. Ela pediu para eu gozar na cara dela, mas que ainda queria sentir algo no cu dela.

Então, coloquei o plug anal novamente com tudo no cu dela e, para não perder o clima, continuei metendo na buceta dela. Quando eu fui gozar, ela se ajoelhou na minha frente, ainda usando o plug anal, e gozei na cara dela.

Olhei para o meu primo e ele também tinha gozado apenas assistindo a nossa performance. Foi estranho, mas também foi a foda mais prazerosa da minha vida. Stéfani disse que adorou ter feito sexo anal comigo, primo, do seu marido, e pediu para isso acontecer mais vezes.

Meu primo concordou e disse que, se depender dele, a próxima trepada com a esposa dele já está garantida no próximo fim de semana. E assim foi o dia em que eu comi o cu da mulher do meu primo e usei um plug anal.

 
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Mica

A mascote do blog Química Perfeita, adora compartilhar conteúdos sobre relacionamento e sexualidade entre casais.

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Isaias Rabello
Muito bom o conto, muito excitante